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Professor do Guita Federmann tem artigo publicado em revista da UFMT

Educação
Professor do Guita Federmann tem artigo publicado em revista da UFMT

Professor Willian e alunos da escola em que foi realizado o estudo

O professor de Educação Física da EBM “Guita Federmann”, William Souza, teve artigo publicado na Revista Corpoconciência, da Universidade Federal do Mato Grosso.

Intitulado “Sobrepeso e obesidade em uma escola do município de Três Barras – SC”, o estudo observou que, no geral, o sobrepeso atinge 18,64% dos 59 alunos de seis e sete anos pesquisados, enquanto a obesidade 20,33%.

Entre os meninos, o sobrepeso foi 13,33% e de obesidade 23,33%. Já, nas meninas, o sobrepeso foi de 24,13% e obesidade 17,24%. Cabe mencionar que nenhuma criança avaliada apresentou baixo peso.

De acordo com o professor William, nas décadas de 70 e 80 a preocupação dos profissionais da saúde era a desnutrição. “Hoje, é o contrário, pois a obesidade vem aumentando gradativamente nos últimos anos e, no município de Três Barras, isso não é diferente”, alerta.

Nesse período, o município apresentou um aumento de 12% na incidência de sobrepeso e de obesidade. Com o aumento em idades mais precoces, pesquisadores e profissionais da área da saúde estão se preocupando com seus danos e agravos à saúde, tais como hipertensão arterial, cardiopatias, diabetes, hiperlipidemias, dentre outros.

Fatores como diminuição no nível de atividade física, qualidade da dieta, número de horas assistindo televisão e número de refeições estão associados diretamente à obesidade infantil.

Diante de tais dados, o professor considera fundamental as crianças em fase escolar contarem com o acompanhamento de profissionais da área da saúde. “Para poder receber explicações sobre os problemas e até mesmo as doenças causadas pelo excesso de peso, além do que também ter informações sobre a importância da atividade física no combate da obesidade. Cabe mencionar que a conscientização dos pais também é de suma relevância”, comenta.

Ainda de acordo com o professor, a própria escola deve oportunizar possibilidades de movimento aos estudantes, elaborando projetos de atividade física dentro do ambiente escolar.

Pelo fato de o estudo ter se limitado em avaliar uma pequena amostra, o poder de análise estatística fica reduzida. “Mas a pesquisa poderá contribuir fornecendo dados aos profissionais da área da saúde, a fim de melhor atuar nas medidas de proteção à saúde e prevenção da obesidade”, conclui.

Publicado por: Assessoria de comunicação em 05/12/2017

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